jueves, 14 de julio de 2016

Entienda Porque Algunos Peces de Agua Dulce Tiene Olor y Sabor a Barro...

ACQUAMASTER BOLIVIA

Entenda porque alguns peixes de água doce exalam ou têm gosto de barro

Percebemos isso no peixe, o cheiro ou gosto de barro através da via olfativa e paladar ao mesmo tempo, assim temos a sensação do gosto de barro mesmo sem nunca termos realmente provado. Alguns peixes apresentam essa característica com mais veemência, casos das carpas e curimbas, porém, traíras, tilápias e peixes redondos como o pacu e o tambaqui, também podem apresentar.
Essa reação é a mesma que nos faz perceber o cheiro de terra molhada quando chove. A causa é a concentração elevada na carne do peixe de certos compostos produzidos por micro organismos (bactérias) presentes na água e no solo do lago ou rio.
O meio aquático é povoado de micro organismos denominados cianobactérias que junto com microalgas produzem oxigênio da água – fundamental para os peixes – porém alguns produzem compostos que resultam em gosto e odor desagradável e ao se reproduzirem de forma descontrolada resultam neste problema. Os dois principais compostos que causam isto são a Geosmina e o Metil-isobornel conhecido como MIB e pela afinidade por gorduras, vão se concentrar no tecido adiposo ou áreas com maior teor de gordura do peixe.
Esta concentração varia muito de acordo com a espécie do peixe, idade, sexo, época reprodutiva, tipo e quantidade de alimento ingerido. Quanto mais gordo for o peixe, maior a chance dele apresentar gosto de barro, se ele estiver crescendo em um ambiente onde existam estes micro organismos que produzem Geosmina e MIB.
Nosso sentido olfativo pode detectar estes em quantidades pequenas presentes na água e, como é normal algumas pessoas são mais apuradas neste aspecto que outras. No paladar é a mesma coisa, o que faz algumas pessoas perceberem e outras passarem em branco.
Algumas pessoas consideram que peixe de água doce ou proveniente de piscicultura tem gosto de barro, mas simplificar desta forma não é correto, pois isto depende da qualidade da água, se for de boa qualidade não ocorrerá. Falando especificamente sobre piscicultura não é o sistema que causa o gosto e sim o manejo inadequado da produção.
Sobre água parada pode-se considerar que neste local existe probabilidade maior dos microorganismos crescerem mais rápido e se tiver produtores dos compostos – for manejada inadequadamente há chance de ocorrência de gosto de barro nos peixes.
Outras pessoas pensam que o gosto é pelo peixe viver no fundo e se alimentar de barro, o que não é verdade. O mesmo adquire a Geosmina e o MIB pelas brânquias, e não pela comida. O problema está na água e não no fundo do viveiro.
Peixes de Criatórios Também Podem Apresentar o Mesmo Odor
Se influenciados por essa falsa ideia de “que o gosto vem do fundo do lago”, as pessoas podem assimilar que o peixes criados em tanques rede, não vão apresentar este problema, porém há casos de peixes criados nesses ambientes que exalam forte cheiro e gosto característico.
Comparando o peixe extraído da natureza e o de criação, surgem afirmações de que a ração poderia originar estes odores e gostos, essa é outra afirmação incorreta pois possuem gostos diferentes pela dieta e estilo de vida.
O ambiente natural proporciona diversidade na alimentação que varia conforme a época do ano, com o peixe sempre se movimentando bastante. Na piscicultura são condicionados a se alimentar nas mesmas horas e nos mesmos locais, onde se movimentam menos, resultando em texturas diferenciadas. A qualidade da ração influencia no gosto e nesta textura também, mas sendo balanceada e de boa qualidade, nunca irá transferir este gosto para a carne do peixe.
Outra afirmação incorreta é de que o limo que recobre alguns peixes seria o responsável pelo gosto desagradável. O muco tem composição variada incluindo microorganismos (bactérias, microalgas e fungos) com a função de proteger o peixe. Sozinho não é responsável pelo gosto, se assim o fosse, bastaria lavar bem o peixe e o problema estaria sanado. A cor da água  também não é um indicativo de que os peixes vão ter este problema.
Dicas Para Eliminar o Sabor de Barro do Peixe
  1. O leite tem a função de depurar, atraindo para si os compostos Geosmina e MIB, assim, a gordura do leite pode ajudar nesta troca. Basta colocar os filés (se forem o caso) por pelo menos 30 minutos de molho no leite  e em seguida preparar o peixe a sua preferência.
  2. Limão e o vinagre por apresentar PH muito ácido, isto pode destruir os compostos.
  3. A cachaça  reage e mascara o gosto do peixe, além de amaciar a carne.
  4. Outra opção é a defumação pois o processo elimina gordura e junto os compostos causadores, além de mascarar pelo cheiro e gosto.
  5. A remoção do nervo (fio lateral do peixe) que na verdade é retirar a carne mais escura “músculo vermelho” que contém mais gordura comparada a carne branca, assim contribui para diminuir a ocorrência deste gosto.
Sebrae/Embrapa – Por: Alexandre Mathiensen e Moises Quadros

miércoles, 23 de diciembre de 2015

venta de filet y chicharron de paiche y medallones de surubi



Colegas.

En venta por Mayor y Menor, carne de pescados amazónicos en cortes especiales, elaborado con rigor sanitario y inocuidad alimenticia, preserve su salud consumiendo carne de peces de calidad; 
Pedidos al ; Cel 71128020 - Of. 4629720
pisciculturabolivia@gmail.com









                                                                  TRINIDAD - BENI - BOLIVIA

martes, 8 de septiembre de 2015

MEGA PROYECTO PISCICOLA EN BOLIVIA - FIRMA CONTRATO CON JAIME BRUM (PROJETO PACU)

ACQUAMASTER BOLIVIA

PROYECTO PISCICOLA (MEGA PROYECTO)


Chimoré, Cochabamba, 8 sep (Prensa Palacio).- Los productores de la región del trópico de Cochabamba contarán con un complejo piscícola con una inversión estatal de 196,7 millones de bolivianos, bajo la dirección de la estatal Empresa de Apoyo a la Producción de Alimentos (Emapa), para el procesado de carne de pescado, producción de alimento balanceado y alevines.

El acto de la firma del contrato, realizado en el municipio de Chimoré, contó con la participación del presidente Evo Morales, los ministros de la Presidencia, Juan Ramón Quintana, de Desarrollo Productivo, Verónica Ramos, y Salud, Ariana Campero, el gobernador de Cochabamba, Iván Canelas, y el alcalde de Chimoré, Silveriano Lara. 

En la ocasión, el presidente Morales señaló que la planta piscícola de Chimoré será la mas grande de Bolivia y contará con los componentes de producción de alevines y alimento balanceado, faenado y procesamiento de carne de pescado, y producción de peces de engorde, la misma que será inaugurada en un plazo de 24 meses.

El Primer Mandatario dijo que con la industria piscícola instalada en el trópico de Cochabamba, los pequeños emprendedores no sólo producirán pescado de la especies pacú, tambaquí y surubí, también producirán alimento balanceado para aves, cerdos y peces, la producción de maíz, soya y sorgo, principalmente. 

"Antes traíamos alimento balanceado desde Santa Cruz y ahora lo produciremos aquí en el trópico, para nuestra industria. Esta es una industria del Estado y queremos fomentar la producción de pescado", precisó Morales. 

Destacó que el Estado hace industria y fabrica de alimentos en sociedad con los productores. "Las familias productoras ponen materia prima y el Estado participa con la industria", añadió.


El Complejo Piscícola en el Trópico de Cochabamba beneficiará a más de 1.800 familias dedicadas a la actividad piscícola y fomentará la producción de peces en los municipios de Chimoré, Villa Tunari, Shinahota, Entre Ríos y Puerto Villarroel.

El representante de los productores piscícolas de Chimore, Julio Vargas, resaltó el trabajo del presidente Evo Morales para el fomento a la producción del sector agropecuario, en la región del trópico como la instalación de plantas de palmito, miel, cítricos y lácteos, y ahora el complejo piscícola. 

"El compañero presidente trabaja por todos los productores a nivel nacional. Le agradecemos por aceptar la construcción de este enorme complejo que vamos a tener en Chimoré, en la cuarta sección de la provincia Carrasco, trópico de Cochabamba", señaló.

El alcalde de Chimoré, Silveriano Lara Arce, señaló que las bolivianas y bolivianos tenemos una Agenda 2025 y que en ese marco se debe pensar en la soberanía alimentaria, la misma que será contribuida desde el municipio chimoreño, capital de la producción de pescado. 

"Estamos garantizando el desarrollo productivo y la soberanía alimentaria y estamos erradicando la extrema pobreza en Chimoré. Este proyecto piscícola es un gran regalo en el 31 aniversario de nuestro municipio, que se celebrará el 13 de septiembre, y el departamento de Cochabamba", señaló.

DATOS

La nueva industria estará ubicada en un área de 76 hectáreas, su construcción tiene una inversión asegurada de Bs 196.761.732 (ciento noventa y seis millones setecientos sesenta y un mil setecientos treinta y dos Bolivianos).

El nuevo emprendimiento generará 95 empleos directos y 475 indirectos y beneficiará a 1.831 familias asociadas a la producción piscícola en la región del trópico cochabambino.

La nueva empresa contará con una planta de reproducción, con piscinas, batería de incubadoras y laboratorios. 

Además de plantas de alimento balanceado, laboratorios; frigorífico planta de ensilado (silos, sistema de recepción y almacenamiento); equipamiento general (maquinaria, equipos, vehículos, cadena de frio.

Tendrá una capacidad de producción de cinco millones de alevines por año, es decir, entre cinco a ocho toneladas métricas de alimento balanceado por hora.

La planta beneficiará unas 3 mil toneladas métricas de faenado por año y 131,5 toneladas métricas de peces de engorde por año.


La Implementación del complejo piscícola en el Trópico de Cochabamba tiene el propósito, de realizar el procesado de carne de pescado de las especies pacú, tambaquí y surubí, y según estudios paiche, la producción de alimento balanceado y alevines que cubra la demanda de la región.

jueves, 2 de julio de 2015

TRABAJAR CON PAICHE CON LEGALIDAD EN BOLIVIA/ WORK WITH PAICHE WITH LEGALITY IN BOLIVIA

ACQUAMASTER BOLIVIA


Colegas.

En respuesta as especulaciones de prohibición a posibilidad de la explotación sustentable del paiche en Bolivia, sigue la resolución que normaliza la practica bajo condiciones legales a nivel nacional.
infórmense...
Quien sabe comparte;

Colleagues. 

In response as speculations of prohibition to possibility of sustainable exploitation of the paiche in Bolivia, following resolution normalizing the practice under legal conditions at the national level. Find out... 
Who knows shares;




copia completa:

acquamasterbolivia@hotmail.com


miércoles, 1 de julio de 2015

COMERCIO DE ALEVINOS DE PAICHE - Arapaima gigas

ACQUAMASTER BOLIVIA


Colegas.

Camaradas piscicultores, el derecho de laborar es garantizado por ley, la piscicultura emplaza especies de potencial productivo y económico, no es común que cuando en todo Bolivia se pueda trabajar con especies exóticas como trucha, carpa, tilapia, pangasius, gambusias, etc... y en Beni existan personas que actúen contra la posibilidad de trabajar con una especie autóctona del Beni que es el paiche. poco mas no podremos tener perros, ganado, gatos, etc... porque son exóticos o no son autóctonos....

PAICHE EL INVASOR CONVENIENTE

La actividad piscicola en Bolivia, ha sido por cierto una alternativa productiva que ha generado el interés de indígenas, campesinos, empresarios privados, académicos, ONGS entre otros, así mismo se ha buscado afuera lo que siempre hemos tenido en nuestra casa, inicialmente importando peces tropicales, alimentos balanceados para peces, equipos y maquinarias, décadas de producción piscicola ofrecieron conocimientos, tecnologías adaptadas, dominio de la cadena productiva del Pacu y Tambaqui.
Motivados por el incremento piscicola nacional y internacional, los piscicultores buscando alternativas de especies piscicolas de gran desempeño productivo y con potencial comercial interno y externo, diseccionan sus intereses comunes a la especie Arapaima gigas (Paiche), que el la región de Riberalta ya en la década de 70 fuera considerado el monstruo de sus ríos, por fin considerado con pez invasor fue cazado irracionalmente por décadas con fines de extinguir la especie que a su vez fuera el invasor y de poco interés comercial. No así en Brasil y Perú que ha priorizado su producción artificial en cautiverio en represas, estanques, jaulas, lagunas, raceways, etc... 
Cuando el Paiche deja de ser un problema y pasa a ser un potencial económico, resultado de décadas de investigaciones por entidades integras y de reconocimiento internacional el IIAPE, Embrapa, Faunagua,CIRA, investigadores y productores han dedicado muchos esfuerzos en crear la trazabilidad de la especie, estudios biológicos, finalmente estudios de factibilidad productiva, este ultimo resultando en la calificación del Paiche como pez apto a la piscicultura (producción de peces en sistemas controlados o controlados), expresando facilidad en reproducción inducida seminatural, capacidad de manejo de poslarvas y alevinos, adiestramiento alimentar, producción en cautiverio de 6 hasta 14kg/año, producidos con bioseguridad bajo sistemas de tanque rede, raceway, 100% alimentacion industrializada entre otras.
Piscicultores ubicados en el departamento del Beni y otras regiones tropicales han experimentado la producción del paiche en cautiverio, 70% con resultados expresivos de 6 a 8Kg/año, entre sus deficiencias el indice de hasta 100% de mortandad en alevinos en periodos de frío, mortandad de 90% en alevinos que no han sido adestrados al alimento industrializado, costo de producción promedio de 25 Bs/kg. precio de venta  año 2015 ( 45 a 60 Bs./kg en la ciudad de Trinidad).

LIBERTAD PARA PRODUCIR...
En Bolivia se como ganado... pero el ganado es exótico? en Bolivia se come muchos animales que son exóticos... pollos, cerdos, peces, etc...las autoridades deben considerar que el falso moralismo no llena barriga de nadie, no acredito que nuestras autoridades políticas, académicos entre otros decidan por la no autorización de la explotación piscicola en el lago titicaca siendo que la tucha es exótica... o en chapare cuando la tilapia no se vino sólito del nilo o la Carpa de china....
Muy bien cuando la charla se va por caminos del regionalismo, se habla de que los peces tienden a fijar biologicamente en ecosistemas autóctonos, acreditando que el sábalo del chapare no puede migrar al Beni pues son autóctonos del chapare, así mismo cuando acreditamos que el paiche se resumen a ríos de Riberalta se estudia y certifican la existencia de esta especie mas halla de ríos, lagunas de esta región...

Producir con libertad es poder experimentar bajo condiciones controladas y bioseguras la practica económica y viable de la crianza del paiche o nuevas especies aptas a la actividad piscicola, la existencia de reseñas históricas donde por ejemplo la Universidad Autónoma del Beni y el Centro de Investigación y Recursos Acuáticos CIRA, han sembrado un cardumen de 15.000 alevinos de paiche, luego al no mantener el dominio especifico en la crianza de los alevinos se han plasmado la mortandad contundente del 99.9% del cardumen, con la existencia actual de 4 o 5 ejemplares. Demostrando que el paiche es una especie muy delicada, el que se dedique a la investigación productiva de este pez en condiciones adversas de su zona confort, deben considera grandes inversiones, mucho tiempo y apoyo de instituciones que se presentan como apoyo a la investigación productiva.
La presente aclaración es destinada a todos colegas que buscan practicar la actividad piscicola con el Paiche, sepan que se organiza un movimiento local (Trinidad), que busca imposibilitar la actividad productiva, ya sea por falta de conocimiento técnico, miedo de riesgos ambientales, falso moralismo,
se fuera verdad ya me presento como profesional en reproducción artificial del paiche y que todos mis alevinos son resultado de manipulación artificial en cautiverio, en breve fusión empresarial Riberalta - Trinidad. así acabamos con el falso moralismo.
Finalmente, colegas políticos pacu, tambaqui, paiche, tilapia, carpa, pangasius, langostas, rana toro gigante... otros muchos mas para quienes saben, quieren y pueden producir, así garantizamos nuestra seguridad alimentar, promoción de empleos, equidad de genero, bioseguridad, riquezas para Bolivia....  

saludos colegas

MARCOS VENICIUS MONTEIRO DE QUEIROZ
medico veterinario y zootecnista
ACQUAMASTER
Trinidad - Beni - Bolivia
cel. 71128020










jueves, 21 de mayo de 2015

FENACAM 2015 - PARTICIPE DEL VIAJE BOLIVIA - BRASIL...

Amigo Productor.
Invitamos a todos colaboradores del desarrollo piscícola en Bolivia, en hacer parte de la caravana internacional que partirá de Bolivia hacia Brasil con la finalidad de realizar visitaciones técnicas a importantes y modernas estaciones piscícolas, frigoríficos, fábricas de ración, laboratorios de reproducción de peces tropicales y finalmente la participación del mayor evento internacional relacionado a la acuicultura, participe;
Informaciones al;
Cel. 71128020 – 4628720
Dr. Marcos Venicius Monteiro de Queiroz
C/maria luisa viera nº 335

TRINIDAD – BENI - BOLIVIA

ESTACIÓN PISCICOLA
PEIXES DA AMAZONIA - RIO BRANCO - ACRE

BEIRA MAR - FORTALEZA - CEARA

CENTRO DE CONVENÇOES - FORTALEZA - CEARA

PRAIA DO MUCURIPE - FORTALEZA - CEARA

jueves, 5 de marzo de 2015

VENTA DE REPRODUCTORES (PACU Y TAMBAQUI), TRINIDAD, BENI, BOLIVIA, CEL. 71128020




Resultado de la siembra de 6 cardumens, donde 3 de ellos fueron importados de Brasil (Proyectos Pacú, Bio Fish Brasil, Rey do Peixe) y 3 de ellos de Bolivia (Hoyam, Vallecito, Los Lagos), resaltando los cuidados en mantenimiento de la calidad genética de los peces adquiridos y empleo de técnicas de selección considerando; precocidad de los peces sobresalientes, en 2010 la preseleccion y definición de matrices se ha realizado en base a la siembra de 6000 alevinos en 2015 llegando a la formación de 200 matrices, donde el plantel actual se mantiene pacu y tambaqui/año, la base del plantel esta conformado por peces sexado, probados en inducción hormonal (hipófisis de carpas humgra), promedio de 3 a 4 kg, promedio de producción seminal promedio (1 a 2 ml), promedio de peso de oovocitos/matriz (600g a 900g), las matrices se alimentan con ración al 28%PB al 1% Biomassa total, intercalados con alimentacion natural (fertilización periódica, frutas y semillas). 

                 



Ofrecemos a nuestros clientes animales certificados, actualmente con 90% madurez gonadal, listos para reproducción artificial. 
consultas; Dr. Marcos Venicius Monteiro de Queiroz
cel. 71128020 - of. 4629720
Trinidad - Beni - Bolivia

sábado, 29 de noviembre de 2014

post larvas y alevinos de peces tropicales (piscicultura)

ACQUAMASTER 
"Piscicultura Profesional"

Colegas.

Comunicamos el inicio de la temporada de venta de poslarvas y alevinos de peces tropicales.
OBS. MALFORMACIÓN CONGÉNITA
El resultado de la reproducción de peces sin el control especializado en el acondicionamiento de las matrices generalmente originadas por la poca formación y practica profesional, falta de equipos especializados, falta de rastreo genético de matrices hasta mismo las ganancias desmedidas en comercializar de todas formas peces al mercado nacional, llevan a muchos técnicos a realizar reproducciones de peces emparentados, elevando el grado de consanguinidad, resultado de esto son los relatos cada vez mas frecuentes de piscicultores de todos rincones del país; presencia de alevinos con malformaciones (torcion de columna, torcion de operculos, rotura de cola, deformidad de cráneo entre otros), se observa marcada deficiencia en cuanto la rusticidad de los peces, ya que pequeños movimiento del cardumen (biometrias y/o venta de alevinos) resultan en grandes mortandades, sin contar que la llegada de frentes fríos acometen perdidas parciales y hasta totales en algunos casos.

La propuesta de la Empresa Acquamaster es disponibilizar al productor piscicola, calidad, genética, rusticidad, precocidad de nuestros peces, resultando en el incremento de los indices productivos y económicos de las empresas piscicolas. "El barato cuesta muy caro" no se deje engañar "quienes siembran viento cosechan tempestades" la utilización de insumos de calidad es parte fundamental del suceso de nuestra empresa piscicola.

jueves, 20 de noviembre de 2014

ENCUESTA PISCICOLA

ACQUAMASTER BOLIVIA


FW: encue

Colegas Piscicultores

Acqmamaster Bolivia, en la búsqueda de ofrecer un mejor y mas personalizado servicio te invita a participar de la encuesta piscicola, la cual resultará en la oferta de soluciones adecuadas , baratas y personalizadas a cada piscicultor, por favor colabore con esta labor, a final ella se da por que usted existe y a acquamaster nos importa dar solución a sus necesidades


 Acceso para la Encuesta 'Estadística Piscicola'

lunes, 17 de noviembre de 2014

EL DEBER - PISCICULTURA BOLIVIA

ACQUAMASTER BOLIVIA

http://www.eldeber.com.bo/economia/produccion-alevines-deficit-alta-demanda.html

COLEGAS.

NOTA EN EL PERIÓDICO EL DEBER SOBRE LA DEMANDA DE ALEVINOS EN BOLIVIA.

BUENA LECTURA...


AQUI;
http://www.eldeber.com.bo/economia/produccion-alevines-deficit-alta-demanda.html

jueves, 13 de noviembre de 2014

ESTACION PISCICOLA ACQUAMASTER

ACQUAMASTER BOLIVIA

Colegas.

Km 15, carretera Trinidad - Santa Cruz, inicio de la sociedad privada que ha generado la consolidación de la estación piscicola Acquamaster, el centro pretende ofrecer al mercado nacional pos larvas, alevinos, peces reproductores, asistencia técnica y mucho mas...